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November 14, 2025

Dez anos depois, o Insania deixa o servidor

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Thursday, November 27, 2025
Dez anos depois, o Insania deixa o servidor
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Dez anos depois, o Insania deixa o servidor

Quando a Team Liquid venceu o The International em 2024, o Insania se tornou o jogador mais velho a levantar o Aegis.

Foi o culminar de mais de uma década de trabalho -  de chegar lá, tentar, falhar e tentar outra vez. Quando o Insania viu a multidão que lotava a Royal Arena, em Copenhague, sabendo que estava fazendo parte da melhor equipe de Dota 2 do mundo, indiscutivelmente, o Insania finalmente se sentiu em paz, foi como se um “grande peso” tivesse sido tirado de seus ombros. Vencer o TI era a única coisa que ele sempre quis. Por um tempo, ele se preocupou pensando que talvez nunca fosse conseguir.

"Sempre foi o meu objetivo." "Quando comecei a jogar Dota, não me importava com mais nada. Só queria vencer o TI. Sempre fui uma pessoa que gosta de concluir os objetivos que eu traço para mim mesmo. Não gosto de desistir, e quero terminar o que começo."

Um ano depois dessa vitória épica, o Insania anunciou a aposentadoria de uma carreira que durou metade da sua vida.

Ele já estava pensando nisso há algum tempo. A vida de um atleta profissional de esports é exigente, principalmente no Dota, cenário que tem torneios acontecendo constantemente e sem grandes pausas entre eles. Sempre que ele ia para casa ver a família, ele sentia que ficava cada vez mais difícil ir embora. E ele que vencer no Dota, algo que ele já havia considerado ser a coisa mais importante da sua vida, estava ficando para trás na sua lista de prioridades.

Ainda assim, havia uma coisa que ele ainda não tinha conquistado. A única coisa que o impedia de largar tudo. Será que ele teria conseguido desistir tão facilmente se não tivesse finalmente alcançado o topo da montanha que tantos jogadores de Dota não conseguem alcançar?

"É, acho que não", foi a resposta dele. "Acho que não."

Uma longa jornada

O Insania começou a sua carreira como jogador profissional quando era adolescente, com Heroes of Newerth (HoN). Era um cenário competitivo relativamente pequeno, numa época em que o cenário de esports no geral era bem pequeno. Naquela época, as equipes de HoN competiam por mousepads e fones de ouvido, e as premiações multimilionárias que passamos a associar ao Dota pareciam uma realidade muito distante.

"A maneira como o cenário de esports cresceu é incrível", disse o Insania. "Acho que faz com que você aprecie muito mais o momento que vivemos hoje, e muitas pessoas que entraram para o cenário mais tarde não sabem o quanto têm sorte."

Os esports são uma indústria relativamente jovem, tendo sido criada apenas na virada do século e se tornado um fenômeno global apenas na última década, mas já existe há tempo suficiente para que as pessoas tenham crescido dentro dela. Jogadores, treinadores, comentaristas e até mesmo fãs — há muitas pessoas que se interessaram pelos esports na adolescência e agora, já adultos, relembram como tudo era no começo.

O Insania, cuja jornada nos esports começou quando ele tinha 16 anos, completou 31 anos esse ano. Pensando naquele garoto que começou a competir no Heroes of Newerth por diversão, que se classificou para o DreamHack 2012 com sua equipe de desconhecidos e conseguiu terminar em terceiro lugar, o Insania tem certeza de que nunca poderia ter imaginado o tipo de coisas que conquistaria um dia. O que aconteceu com ele, não acontece com muitos jogadores.

"Escolhi esse caminho porque achei que conseguiria chegar aonde cheguei", ele disse. "Pensei que poderia chegar longe, e acreditei em mim mesmo. Mas, para ser honesto, não imaginei que o cenário de esports seria o que é hoje. E nunca achei que jogaria até os 31 anos."

Quando o Insania entrou para o Dota 2, ele já fazia parte da “segunda geração” não oficial de jogadores, com a primeira leva de estrelas do Dota gradualmente saindo de cena. Agora, ao deixar o cenário 10 anos depois, é possível argumentar que há uma “terceira geração” surgindo, com jovens estrelas da Europa Oriental começando a dominar as competições internacionais.

Mas para o Insania, as divisões geracionais não têm nada a ver com a idade. Alguns dos jogadores com quem ele começou já se aposentaram; outros ainda continuam jogando. O que diferencia cada grupo de jogadores é sua relação pessoal com a competição no Dota. O Insania simplesmente mudou, até que chegou o momento certo para ele se afastar.

"Muitas das pessoas com quem eu cresci jogando, vão continuar no cenário por muito tempo", ele disse. "Eles ainda têm essa paixão, eles ainda têm esse ímpeto, e é isso que eles querem fazer agora. Não acho que a aposentadoria seja necessariamente uma questão de idade — pelo menos para mim. Você poderia jogar por muito mais tempo do que muitas pessoas imaginam."

Quando você é jovem e tem um sentimento muito forte por algo, é fácil pensar que esse sentimento nunca vai acabar. Ninguém pode realmente saber o que o futuro reserva — para o mundo ou para si mesmo. Tudo o que você pode fazer é encontrar um sonho que valha a pena ter e dar o seu melhor para torná-lo realidade.

Há um tempo, todos os sonhos de Insania giravam em torno do Dota. Ele se sente extremamente sortudo por ter conseguido manter sua paixão e motivação por tanto tempo; ele atribui isso aos seus companheiros de equipe e ao fato de fazer parte da Team Liquid, que ele chama de “a melhor organização do mundo”. Agora, porém, ele não sonha tanto com as suas maiores conquistas do Dota, mas sim com os sacrifícios que fez para alcançá-las.

"Acho que o que mudou é que quero ter filhos um dia", disse o Insania. "Quero passar um tempo com os meus pais. Eles estão ficando mais velhos. Não quero esperar até que seja tarde demais. Minha avó teve Alzheimer bem cedo, e sinto que, se isso acontecesse com minha mãe, eu nunca me perdoaria. Então quero aproveitar esses anos que ainda tenho para passar com a minha família. Para mim, essas coisas são, fundamentalmente, muito mais importantes do que ganhar outro TI.”

Ficando mais velho

Curiosamente, quando o Insania pensa no momento mais memorável de sua carreira, aquele TI não é a primeira coisa na qual ele pensa. É o ponto alto de sua carreira como jogador, é claro, mas, assim como muitos jogadores de esports que finalmente conseguem o que tanto querem, ele se lembra mais vividamente de como era querer isso.

“Foi quando estávamos na Alliance”, disse ele, referindo-se a si mesmo e aos seus companheiros de longa data, Micke e Boxi. Estávamos muito perto de nos classificarmos para o TI pelos pontos DPC, e teria sido o nosso primeiro TI.

O único caminho da Alliance para o TI naquele ano — 2019 — seria conseguir uma colocação entre as seis melhores equipes em um major. Até então, porém, eles sempre eram uma das primeiras equipes a serem eliminadas em todos os majors em que haviam disputado. Mesmo assim, eles conseguiram se classificar para o EPICENTER Major, um torneio LAN em Moscou, no qual foram muito bem na chave inferior. Por fim, eles se viram diante da Gambit Esports, uma equipe russa jogando diante de sua torcida, pela última vaga entre as seis melhores equipes.

Você pode até imaginar como isso terminou. A Alliance venceu por 2-0 e se classificou para seu primeiro TI. Ao rever as imagens dessa vitória, a emoção do Insania, Micke e Boxi parece bem diferente do alívio em seus rostos após vencerem o TI13. É como uma explosão de alegria incontida, como estrelas colidindo para criar uma nova galáxia.

“Muita coisa estava em jogo naquela partida, e foi muito emocionante jogar”, o Insania recorda. "Sinto que tudo e todos estavam contra nós. Mas conseguimos fazer o improvável e nos classificar para o TI. É uma lembrança difícil de superar."

Quando você conta a história do Insania, é impossível deixar de mencionar o Micke e o Boxi, os dois estiveram ao lado dele durante quase toda a sua jornada. Eles são o trio mais duradouro da história do Dota, tendo jogado mais de 1.600 partidas juntos ao longo de suas carreiras. O Micke e o Boxi, os dois alguns anos mais novos que Insania, continuarão na Team Liquid em 2026. Devido à diferença de idade, o Insania sempre soube que os dois continuariam juntos mesmo depois que ele se aposentasse.

Ainda assim, não há como negar que, durante muito tempo, esse trio de jogadores foi um pacote completo. A parceria do Micke e do Insania começou antes mesmo de suas carreiras no Dota. Eles começaram a jogar juntos em Heroes of Newerth, quando Micke — agora com 26 anos — tinha apenas 13 anos.

“É simplesmente insano pensar nisso — passamos metade da vida dele como companheiros de equipe”, disse Insania. “Sou muito grato por ter tido muita sorte e conhecido pessoas incríveis logo no início, nas quais acreditei como jogadores e com quem me dei bem como seres humanos. Joguei quase toda a minha carreira ao lado do Micke e não sei se teria jogado por tanto tempo se não fosse por ele. Somos essencialmente irmãos agora; já tivemos todos os tipos de discussões que se possa imaginar; jogamos juntos há 12 anos. Então, passamos por muita coisa e estou muito feliz por nos aturarmos até o fim.

"E com o Boxi, somos um trio há muito tempo. Eu e o Boxi também nos ajudamos a nos tornarmos pessoas melhores, por isso também sou muito grato a ele. Ele é obviamente um jogador extremamente talentoso, e estou feliz por ter jogado ao lado dele."

Aprendendo a liderar

Se você quer um exemplo do quanto os companheiros de equipe do Insania sempre tiveram respeito por ele, basta olhar para o “‘The Gyrocopter Incident”, que ficará na história como um dos seus momentos mais infames. Resumindo, devido a um erro na contagem do tempo durante o draft, o Insania escolheu acidentalmente um herói que pretendia banir, um erro brutal que custaria à sua equipe a partida eliminatória de Md1 que estavam disputando. Ah, e aconteceu no The International 2019 - o mesmo torneio em que eles lutaram tanto para se classificar.

Mas, em vez de culpá-lo ou desistir, os jogadores da Alliance o tranquilizaram, dizendo que estava tudo bem, e tentaram fazer com que funcionasse, mesmo sabendo que era uma causa perdida desde o início e que não haveria uma segunda chance para eles depois da derrota.

“O fato de todos terem apoiado ele, tipo, ‘ei, tudo vai dar certo’ — acho que isso mostra lealdade dos dois lados”, disse o treinador da Team Liquid, Blitz, relembrando o incidente. "Ele foi tão leal a eles ao longo dos anos que eles seriam leais a ele e ficariam ao seu lado. Naquele momento, quando ele mais precisou deles, eles foram os que mais o apoiaram."

Na época, Insania tinha 25 anos e já havia percorrido um longo caminho desde o começo de sua carreira. Mas entrar para a Team Liquid, mais tarde naquele ano, seria o catalisador para a maior parte de seu crescimento como jogador e líder. Ele credita duas pessoas como as que mais o influenciaram nesse sentido: seu treinador, Blitz, e sua namorada.

“Acho que estar em um relacionamento adulto de muitos anos ajuda muito no crescimento pessoal”. Isso ajuda você a resolver seus problemas, porque quando você está com alguém de quem realmente gosta, não quer afetar essa pessoa de forma negativa. E, às vezes, acho que fazer parte de uma equipe é como estar em um relacionamento com cinco pessoas diferentes ao mesmo tempo, principalmente quando vocês estão juntos há tantos anos. Isso ajuda você a ver suas fraquezas e a superá-las, porque essas 'críticas' sempre são com boas intenções quando são pessoas tão próximas a você, e todos estão apenas tentando fazer com que as coisas funcionem melhor."

Ele não é o primeiro jogador que compara estar em uma equipe a estar em um relacionamento; é um fato que muitos jogadores percebem logo de cara. Você precisa estar disposto a ser honesto, engolir seu orgulho, admitir suas falhas e nunca deixar que as suas frustrações afetem o grupo. Quando se trata do escalão superior do cenário competitivo, há muitas pessoas com habilidades para disputar o topo com os melhores. Mas a habilidade bruta não é o que torna alguém um bom competidor (na verdade, a maioria dos profissionais diria que isso é o mínimo necessário). Para ser um jogador profissional de verdade, você precisa ter a mentalidade de um.

É impossível ser amado por todos — uma das realidades da vida é que alguém não vai gostar de você  —, mas, no que diz respeito às pessoas envolvidas com o cenário de esports, o Insania chega bem perto disso. Grande parte disso se deve à sua personalidade naturalmente simpática, mas também ao fato de ele ser muito generoso com seu tempo. Mesmo depois de todos esses anos, ele nunca considerou sua fama como jogador algo garantido e entende o que até mesmo um pequeno gesto pode significar muito para um fã.

"Eu também já fui um fã", ele disse. "Eu assistia às partidas, admirava a equipe anterior da Liquid e sempre lia todas as entrevistas que eram publicadas. E quando me encontrei na mesma situação, tentei ser a pessoa que eu sei que teria ficado feliz em ver.

"Ter o MATUMBAMAN e a antiga equipe da Liquid autografando as minhas coisas, me deixou muito feliz. Fiquei tão feliz e animado. Não é algo que exigiu muito deles. Foram apenas cinco autógrafos. E eu já fiz a mesma coisa um bilhão de vezes. Se você quiser se dedicar a dar um autógrafo a todas as pessoas que encontrar em um evento, estará apenas investindo três horas da sua vida para alegrar o dia de várias pessoas. Você dará a esses fãs uma lembrança que eles guardarão por muito tempo."

Como jogador, o Insania era um tipo raro, um verdadeiro profissional dos esports: alguém que compreendia perfeitamente o que significava ser um companheiro de equipe, um líder e uma figura pública. Ele se aposentou como alguém profundamente respeitado, não apenas como competidor, mas como pessoa. Ele deixou sua marca no cenário do Dota de muitas maneiras diferentes, mas, de todas elas, essa talvez seja a que vai durar mais tempo.

Leia mais em: Adeus, Insania: Cartas da comunidade Dota

Fechando uma porta

Menos de um mês após sua aposentadoria oficial, o Insania ainda não consegue acreditar que ele não voltará ao cenário competitivo.

"É muito estranho", ele admitiu. "Não sei o que esperar. É como quando você termina a escola e tem suas primeiras férias de verão. Parece que estou de férias entre os torneios. Acho que a ficha ainda não caiu. Mas estou animado. Tenho visto muitos amigos e passado mais tempo com a minha família, o que tem sido ótimo.”

Depois de viver de uma determinada maneira por uma década, ele está lentamente descobrindo como é viver sem ter que se preparar constantemente para o próximo torneio. Para ele, passar todos esses anos competindo sempre foi algo “egoísta”, algo que ele fez por si mesmo. Isso o impedia de ver sua família, mas também impedia que eles o vissem. Agora que alcançou tudo o que desejava profissionalmente, o Insania pretende expandir seu mundo para além dos limites do Dota e dedicar seu tempo a outras atividades.

Os sonhos que ele tem agora são menores do que vencer o TI: aprender a tocar violão, passar tempo com a família e explorar sua biblioteca da Steam. E tem umas coisas que ele precisa resolver. Em 2020, ele ganhou o prêmio de MVP na ESL One Germany, o que significou ganhar uma Mercedes-Benz que ele não podia dirigir, porque nunca tirou a carteira de motorista.

"É uma coisa que estou adiando há muito tempo", o Insania disse rindo. "As pessoas têm tirado sarro de mim porque tenho um carro há alguns anos, mas não tenho carteira de motorista. Então é algo que eu definitivamente preciso resolver."

Quando se trata de tudo o que aprendeu ao longo de sua carreira como profissional de Dota e das coisas que gostaria de transmitir à nova geração de jogadores, o Insania nem sabe por onde começar. Como resumir os altos e baixos de toda uma vida adulta em apenas algumas palavras de sabedoria? Ele acaba concluindo que a maturidade emocional e a capacidade de lidar com a negatividade são as duas coisas mais importantes que qualquer aspirante a jogador profissional deve dominar.

No futuro, ele quer continuar no cenário do Dota de alguma forma, embora ainda não tenha decidido exatamente como.

“Descobri que tomar essas decisões é algo que vem com naturalidade depois de um tempo", disse ele. "Quando decidi trocar a faculdade pelo Dota, parecia ser a decisão certa. Eu sabia que era a coisa certa. Ainda não decidi o que fazer a seguir. Mas acho que, quando eu souber, ficará bem claro."

Será um novo começo, seja ele qual for, mas o Insania está com pressa. Ele já teve uma carreira que muitos só sonham em ter. Ele viveu intensamente os 10 anos em que jogou Dota profissionalmente e, no final, conseguiu subir ao maior palco de todos, como campeão. Ele foi atrás de seus sonhos e os realizou. Espero que todos tenhamos a mesma sorte.

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Apesar de atualmente trabalhar na redação da Team Liquid, em outra vida Bonnie escrevia sobre esports falando principalmente de Overwatch.

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Austin é uma das lideranças dentro da Team Liquid e uma pessoa genial com as palavras. Entrou na Liquid como freelancer e depois chegou a escrever para sites como Inven Global, Dexerto, Monster Gaming, The Rift Herald e muitos outros sites desativados que ainda não pagaram por seus serviços de redação. Austin escreve principalmente sobre qualquer modalidade que a TL precise, mas ama Smash e FGC. Sua recomendação de leitura seria a trilogia de “A Terra Partida” (“Broken Earth Trilogy”) por N.K. Jemisin.

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